— Não aguentou, né, padrasto?
Fechei a porta atrás de mim e tranquei. Fiquei em pé, perto da cama, olhando pra ele.
— Isso é feio, Bruno. Espiar os outros.
Ele se sentou na beira da cama, as pernas abertas, o volume já marcado na cueca.
— Espiar? Eu tava só… observando a aula.
— Não tem vergonha, não?
Bruno passou a língua no lábio inferior e deu de ombros.
— Vergonha de quê? De ver o pau do meu padrasto sumindo na buceta da minha mãe? Ou de ter gozado na cueca enquanto você enchia ela?
O pau latejou dentro da minha cueca. Eu dei um passo mais perto.
— Você é um puto safado.
— E você gosta.
Ele se ajoelhou na frente de mim sem eu pedir. Puxou o elástico da minha cueca pra baixo. O pau saltou duro, pesado, a cabeça já brilhando. Bruno olhou pra cima, os olhos meio fechados, aquela cara de puta, e falou baixinho:
— Você acabou de comer a minha mãe… e agora tá aqui com o pau duro na minha cara.
Eu segurei o queixo dele.
— E você não tem vergonha, seu puto? Chupar o pau que acabou de foder a sua mãe?
Bruno sorriu de canto, abriu a boca e engoliu tudo de uma vez. A garganta dele apertou em volta da cabeça do meu pau. Ele foi até o fundo, o nariz encostando na minha barriga, e ficou lá, engolindo, engasgando de leve, os olhos marejados olhando pra cima. Eu puxei o ar pelos dentes.
— Isso… engole tudo, seu safado. – Ele tirava da boca só o suficiente pra falar, a voz rouca e molhada:
— Tem gosto dela ainda.
E voltava a chupar. Agora mais rápido, mais fundo, a mão apertando minha bunda, a língua trabalhando embaixo da cabeça. Eu segurei o cabelo dele e comecei a meter na boca, sem pena. O barulho molhado de saliva e garganta enchia o quarto.
— Olha pra mim enquanto chupa — eu mandei.
Bruno ergueu os olhos. Aquela cara de puta, a boca esticada em volta do meu pau, saliva escorrendo pelo queixo. Eu fodi a boca dele com força, sentindo a garganta abrir e fechar.
— Eu gozei dentro da sua mãe ainda pouco e você tava no corredor batendo punheta igual um cachorro no cio.
Ele gemeu em volta do meu pau, a vibração subindo pela coluna. A mão livre dele desceu e apertou o próprio pau por cima da cueca.
— Tira essa porra — eu falei.
Bruno puxou a cueca pra baixo sem tirar a boca do meu pau. O pau dele saltou duro, batendo na barriga. Eu continuei metendo na garganta dele, agora mais pesado, enquanto ele se masturbava rápido.
— Você não tem vergonha de nada, né? — eu rosnava. — Filho da puta. Chupando o pau do padrasto depois de ver ele comer a mãe.
Bruno tirou a boca só pra responder, a voz completamente fodida:
— Não tenho. E você também não. Senão não tava aqui.
Eu empurrei ele de volta pro pau e enfiei até o fundo de novo. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e usei a boca como quis. Ele engasgava, babava, mas não pedia pra parar. Os olhos continuavam presos nos meus, molhados, safados, pedindo mais. Quando senti que ia gozar, puxei o pau pra fora. Bruno ficou de boca aberta, a língua pra fora, esperando.
— Abre.
Ele abriu. Eu bati o leite todo na cara e na língua dele, jatos quentes escorrendo pelo queixo, pingando no peito. Bruno engoliu o que caiu dentro da boca e ainda chupou a cabeça do meu pau pra limpar o resto, olhando pra cima com aquela mesma cara de puta. Eu estava ofegante, o pau ainda latejando. Bruno passou o dedo no gozo que escorria pelo queixo, chupou o dedo e perguntou, a voz rouca:
— Que leite saboroso padrasto.
Eu olhei pra ele, ainda de joelho na minha frente, a cara suja da minha porra, o pau duro e abandonado entre as pernas.
— Amanhã quando sua mãe dormir, vou arrombar você, seu puto.
— É o que mais quero é sentir seu pau duro dentro de mim.
E saí do quarto sem dizer mais nada, voltando pro lado da Márcia que continuava dormindo profundamente, alheia a tudo.
Eita no aguardo já e de pica dura.
contosleao